segunda-feira, 1 de novembro de 2021

Minicurso 1: Literatura e Fotografia: enunciações e montagens do vivido


 

Durante a programação do XVIII Encontro Interdisciplinar de Estudos Literários ofertaremos o minicurso, Literatura e Fotografia:  enunciações e montagens do vivido. Acontecerá nos dias 3 e 4 de Novembro, às 18h. Para se inscrever basta preencher o formulário para ouvintes no site do evento. Mais informações no site ou via instagram do ppgletras:

sexta-feira, 29 de outubro de 2021

Convite: encontro aberto “Espaços da Recordação em Fotografias”

 O Grupo de Estudos e Pesquisas Rastros Urbanos convida todes para o primeiro Encontro Aberto do semestre de 2021.2. Entitulado, “Espaços da Recordação em Fotografias”, nossa reunião acontecerá no próximo sábado, dia 30, às 10h via Google Meet.


Para discussão, estamos propondo o artigo “Resistência Individual e Memórias Coletivas em Álbuns Fotográficos no Poço da Draga/Fortaleza-CE” escrito por Cristina Maria da Silva (Cristina Maria ) e Francisco Felipe Pinto Braga e disponível no nosso blog (https://bit.ly/3Gpy0zd).

Para se inscrever, basta preencher o formulário disponível no link: https://bit.ly/3B9eR0s. Quem participar irá receber uma declaração de participação.


Esperamos vocês! ✨


Foto: Acervo Rastros Urbanos



sexta-feira, 13 de agosto de 2021

Sessão de entrevista: "Raquel de Queiroz: Narrativas de uma Vida". Participação dos professores coordenadores do Rastros Urbanos



Boa tarde a todos! Temos um convite de programação pra essa noitinha de sexta de vocês...! 

Às 20hrs de hoje (13/08) será transmitido pela canal do YouTube do Centro Cultural do Banco do Nordeste, o CCBNB, uma sessão de entrevista feita aos professores coordenadores do nosso Rastros Urbanos, Cristina Maria e Tiago Cavalcante. O tema das conversas será a relação entre a vida e obra de Raquel de Queiroz, com o título "Raquel de Queiroz: Narrativas de uma Vida". 

O link da entrevista gravada será posteriormente disponibilizado aqui no blog para quem quiser assistir também em um outro momento. Já o link do canal do YT do CCBNB pode ser acessado clicando aqui!

Nos encontramos lá! 🌷

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Convite: Encontro aberto "Fotobiografias: Mulheres como guardiãs de memórias na cidade".



O que as memórias de mulheres idosas e seus acervos fotográficos pessoais podem nos dizer sobre a cidade? 

O Grupo de Estudos e Pesquisas Rastros Urbanos convida a todxs a participarem do nosso segundo encontro aberto do semestre. 

Dando continuidade às discussões introdutórias aos estudos sobre narrativas e biografias, o texto escolhido é o "Fotobiografias: Mulheres como guardiãs de memórias na Cidade", de autoria da nossa Coordenadora, Dra. Cristina Maria da Silva, e outras duas pesquisadoras do Rastros, Ananda Andrade do Nascimento Santos e Alana Brandão Moura. 

O encontro acontecerá no próximo sábado (24/07), às 10h, através do Google Meet. 

As inscrições já podem ser realizadas online, clique aqui para se inscrever. O texto a ser discutido está disponível para download.

OBS.: O link do encontro será disponibilizado pelo e-mail informado no ato de inscrição. Aos participantes, será emitida a declaração de participação, a ser enviada posteriormente, também por e-mail.

domingo, 20 de junho de 2021

Convite: Encontro aberto Rastros Urbanos "Narrativa na cidade em álbuns fotográficos".

 


O que os acervos fotográficos pessoais podem nos dizer sobre a cidade? 

O Grupo de Estudos e Pesquisas Rastros Urbanos convida a todxs a participarem do nosso primeiro encontro aberto do semestre. 

Buscando apresentar possibilidades de pesquisa e proporcionar uma introdução aos estudos sobre narrativas e biografias, o texto escolhido para discussão é o “Narrativas na cidade em álbuns fotográficos: a Fortaleza que se encontra em acervos fotográficos pessoais”, de autoria da Coordenadora do Rastros, Dra. Cristina Maria da Silva, e do nosso membro, Francisco Felipe Pinto Braga, graduado em Ciências Sociais (UFC). 

O encontro acontecerá no próximo sábado (26/06), às 10h, através do Google Meet. As inscrições já podem ser realizadas através do link disponível- Clique aqui para se inscrever.

OBS.: O link do encontro será disponibilizado pelo e-mail informado no ato de inscrição. Aos participantes, será emitida a declaração de participação, a ser enviada posteriormente, também por e-mail.

sábado, 19 de junho de 2021

DOSSIÊ N° 56:“ARTE, IMAGEM E RESISTÊNCIAS URBANAS” DA REVISTA ILUMINURAS

Olá! É com grande felicidade que divulgamos a publicação do dossiê N° 56, “Arte, imagem e resistências urbanas”, da Revista Iluminuras (PPGAS/UFRGS). O dossiê, organizado por Ricardo Campos, José Luís Abalos Júnior e Daniel Meirinho, traz artigos e ensaios visuais inéditos que possibilitam pensar múltiplas interpretações, relações e apropriações nas cidades através das artes e da fotografia, como possibilidade de resistência política.

O dossiê também conta com o artigo “Resistência Individual e Memórias Coletivas em Álbuns Fotográficos no Poço da Draga/Fortaleza-CE”, escrito por Cristina Maria da Silva e Francisco Felipe Pinto Braga, membros do Grupo de Estudos e Pesquisas Rastros Urbanos.
Haverá um lançamento desse número da revista pelo Zoom no dia 23/06, na próxima quarta-feira, às 16h. Nesse evento, para além da apresentação da revista, os autores irão expor seus trabalhos. O link está disponível para pesquisadores e pesquisadoras e pode ser solicitado, com a devida identificação, no e-mail: chicaeckert@gmail.com.
A maravilhosa arte da capa é da Mirian Ferreira (@benditacolagempreta).

A revista pode ser acessada clicando na imagem abaixo.












segunda-feira, 10 de maio de 2021

"Dona Ivoneide, você não tem medo de defuntos?" Matéria na TV Jangadeiro sobre colecionadora de "santinhos" Mª Ivoneide


Mª Ivoneide Gois da Silva.

"Santinho" coletado e colecionado por Ivoneide. Incluso no livro de sua autoria "Territórios da Memória: Poço da Draga".

A finitude, como “um dos grandes perigos biossociais na vida humana”, a qual todos nós estamos sujeitos, ainda é um dos grandes mistérios da nossa existência. A morte do outro, como nos alerta Elias (2001, p. 17), é “uma lembrança de nossa própria morte”, o que pode ser algo extremamente desconfortável e até assustador de se falar a respeito, mas, no emaranhado de emoções e processos que a morte desperta,há também o carinho e afeto por aqueles que partiram. 

Em matéria exibida no Programa “Todo Mundo Ama” da Tv Jangadeiro, filiada ao SBT, Maria Ivoneide Gois da Silva nos fala um pouco sobre a relação com a temática e como ela guarda a memória dos que se foram. 

 Apresentando o livro “Territórios da Memória: Poço da Draga”, publicado em 2019, em colaboração com o Grupo de Estudos e Pesquisas Rastros Urbanos, Ivoneide, que é moradora do Poço da Draga, compartilha o acervo de santinhos, juntamente com suas lembranças do bairro. 

A autora do livro conta que o “hobbie” de colecionar santinhos (pequenos cartões enquanto carta dos mortos: neles se insere uma fotografia e uma mensagem de esperança sobre a pessoa recém falecida, assim como seu nome e suas datas de nascimento e morte) começou aos 14 anos, no coral da Igreja Catedral, quando era chamada para cantar nas missas de sétimo dia das figuras mais importantes da cidade. Nas cerimônias, era e ainda são muito comuns a distribuição desses santinhos dos falecidos, como um pedaço das pessoas queridas que podemos guardar. 

Historiadora dos famosos “santinhos de defunto”, como apresentada na matéria, Ivoneide mantém viva décadas de lembranças do Poço da Draga, a partir desses pequenos papéis que registram o falecimento dos moradores do bairro. Como ela diz, são “uma recordação mesmo, né? De saber que essas pessoas, a maioria, são pessoas que moraram aqui na comunidade... Que eu conheci, que eu convivi e que deixaram seu legado...”. 

Notamos, assim, que os santinhos que Ivoneide coleciona não são só atestados de uma morte, mas principalmente evocações de uma vida, retalhos que, ao serem montados em um conto coletivo, remontam e perseguem a história em uma geografia do corpo e do afeto que não só preenche como cria espaços como o Poço da Draga. Ivoneide, enquanto artesã, repensa os modelos dessas cartas físicas como encaixes que articulam um corpo de história, tencionando as presenças e as lembranças, as despedidas e o esquecimento na procura do tempo perdido, pois como nos diz Gagnebin (2006, p. 192): “num sentido ao mesmo tempo paradoxal e trivial, gostaria de dizer que os homens não são animais tão específicos porque possuem uma memória: mas somente porque se esforçam em não esquecer”. 

*Ângela Elizabeth Ferreira de Assis; Lara Pontes Juvêncio Pena, bolsistas pesquisadoras do Grupo de Estudos e Pesquisas Rastros Urbanos - UFC.

ELIAS, Norbert. A Solidão dos Moribundos. Tradução: Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2001. 
GAGNEBIN, Jeanne Marie. Lembrar escrever esquecer. São Paulo: Editora 34, 2006.

Assista a matéria abaixo ou clique aqui para ser redirecionado.